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O que está acontecendo com o mundo?

Written on 7 Maio 2008 by

É tanta notícia bizarra nos últimas semanas. É criança sendo torturada, menina sendo jogada pela janela, pai enclausurando e estuprando filha, mais casos de pedofilia… de tudo o que foi noticiado o que menos me impressiona é o caso do fenômeno. Quem mora aqui na Barra da Tijuca sabe exatamente onde fica o ponto dos travestis, bem longe do local onde as “primas” batem calçada. O Ronaldo mora na Barra, é evidente que ele sabia o que estava pegando. Enfim, nada contra. O pinto é dele, ele enfie onde achar que deve. Da próxima vez “chama eu”, Ronaldo. Prometo que sou discreta!

Estou em frente a TV agora e, pegando o gancho do caso Isabella Nardoni, está sendo apresentado uma série de casos de maus tratos à crianças. E o pior, a reportagem diz que 80% dos casos de violência contra crianças são praticados pelos próprios pais e que, a maioria dos agressores, são do sexo masculino. Meu Deus do Céu! Quanta covardia! Seja qual for a travessura ou problema que os pais estejam enfrentando, nenhum tipo de violência contra a criança é admissível. Eu tenho duas meninas lindas, quando me separei do pai delas elas eram pequenininhas ainda, enfrentei todo o tipo de barra e dificuldades, mas elas nunca foram um estorvo pra mim. Pelo contrário, minhas filhas sempre me centraram e me deram força para batalhar pelo melhor. Eu sou rígida, cobro boas maneiras, boas notas, disciplina, mas longe de mim conseguir isso através da pancada. Nada justifica uma agressão. Além de ser uma covardia!

Mas mudando de assunto, eu andei por aí, desanimada, meio tristonha… Pra completar ainda me atacou uma dor de garganta daquelas que não se pode nem falar direito. O tempo passou, passou, e nem percebi que estava doze dias sem escrever pra vocês. Mas ainda não morri. O Sem Vergonha continua sendo atualizado e os emails sendo respondidos. Os programas é que andam meio parados. Muitos aqui reclamam que quando eu estou namorando eu sumo, mais ai de mim se não fosse o meu namorado nestas horas. Além de me dar colo, apoio e carinho, ainda paga minhas contas (algumas), que são muitas.

Dia das mães chegando e me bate uma tristezinha lá no fundo do peito. Faz meses que não falo com a minha mãe. Apesar da nossa relação nunca ter sido muito sólida, gostaria de ter uma proximidade maior com ela. Mas quem tem “família problema” como a minha, sabe o quanto essa aproximação é delicada. Então é bem provável que esse dia passe e a gente não faça um contato. Penso que essa ligação afetiva entre mãe, pai e filhos a gente adquire desde criança, pois um amor que não foi estabelecido lá atrás é bem difícil de ser recuperado aqui na frente. Fui uma criança muito sozinha e tive que me arranjar desde cedo, o que acabou me “esfriando” um pouco. Hoje eu tenho as minhas filhas e procuro acompanhar tudo bem de perto. Se errar com elas, certamente não será por omissão. Cometerei outros erros, claro, nenhuma das duas veio com manual.

Ainda interessada em largar os programas, sábado passado entrei num curso de massagem sueca, que é o básico da massagem. É mais uma massagem relaxante e terapêutica do que curativa. O curso tem duração de dez sábados e depois de concluído me dá a possibilidade de atender a domicílio, trabalhar numa clínica ou até mesmo montar uma sala. Daí que inserida neste contexto, fui visitar uma clínica de massagens em que as meninas oferecem “complementos” aos clientes. O que são esses complementos? Depois de massagear o corpo todo do cara elas terminam o serviço com uma punheta ou um oral. Não deixa de ser uma idéia interessante. Apesar de que, meu francês, que foi quem me deu a idéia de investir neste mercado, acha que eu não devo dar uma conotação sexual ao meu novo negócio, até mesmo para me desvincular dessa coisa de programa. Acho que ele está coberto de razão.

Apesar de nem todo programa ser bom, se tem uma coisa que eu devo agradecer todos os dias, é pela quantidade de homens maravilhosos que eu conheci durante esse tempo. Um beijo a todos que me ligam apenas pra saber como eu estou, que me escrevem ou mandam coisas engraçadas que acharam na net, os que, depois de tantos programas e apesar de tantas outras ofertas, ainda querem sair comigo e um beijo carinhoso aos leitores desse blog que anda meio abandonado, mas não esquecido.

Paixão Recolhida

Written on 24 Abril 2008 by

Eu tenho uma amiga dos tempos em que eu trabalhava na Termas Aeroporto. O nome dela é Bruna. Das centenas de mulheres que conheci enquanto atendia lá, a Bruna é uma das poucas com quem ainda tenho contato, isso já faz uns 12 anos. Acontece que nosso relacionamento, além de amizade, se limitou a alguns menages e umas duas ou três trepadas em noites de bebedeiras. Não sou ingênua e, naquela época, sempre soube que eu lhe inspirava mais que amizade. Tanto que sempre que eu arranjava um namorado a Bruna se encarregava de encher o cara de defeitos, dizendo que era feio, pobre, acomodado e levava jeito de ser ruim de cama. Oras, se eu estava levando o relacionamento adiante era porque o tal sujeito me interessava. Neste caso, a opinião dela nunca fez a mínima diferença.

Foi assim com o AL, um escritor que eu conheci na TA (Termas Aeroporto) e que vivia às custas da família. O que motivava que a Bruna falasse mais ainda mal dele. Mal sabia ela que o AL sabia “pegar” uma mulher como ninguém. A mesma coisa aconteceu com o Fernando quando apresentei os dois. A Bruna não demorou com a sua observação: __”Mas ele é tão feinho. Tem uma cara de retardado.” Oh, céus! Seria ciúmes ou inveja?

Como eu ia dizendo, naquela época eu já sabia que o interesse da Bruna comigo ia além da amizade. Pouco antes de nos conhecermos ela estava recém saída de um relacionamento de onze anos com uma mulher. E mesmo que não pareça, por mais feminina que a Bruna seja, o lance dela sempre foi roçar numa xoxota. Sendo assim, eu que tinha pouca experiência com mulheres, aprendi muito com ela. Desde roçar em tesourinha até a chupar uma xota. O que, aliás, a Bruna sempre fez muito bem, foi com ela que gozei pela primeira e última vez na língua de uma fêmea.

Como eu e Fernando somos cúmplices em tudo, confessei a ele que eu e Bruna já havíamos tido um casinho no passado e que ela soube me fazer gozar na língua com a maior facilidade. O que o Fernando e vários outros paceiros, se eu bem me recordo, nunca conseguiram. Pra quem ainda não sabe, só consigo gozar [sem muito esforço] na penetração. Desde esse dia o Fernando ficou interessadíssimo em perguntar a ela qual era a técnica para me fazer gozar fácil desse jeito na chupada.

Segunda feira, feriado de Tiradentes, resolvemos fazer um churrasco na casa de outra amiga, essa mais recente, a Carla. A Carla é casada, nunca foi puta, pelo menos que eu saiba, mas entende tudo de sexo e safadeza. Juntando a Bruna, ex puta, a Carla, safadona, e eu, não preciso nem comentar, o assunto não poderia ser outro: SEXO. Falamos sobre tudo, fantasias, apetrechos, posições… tudo sob os ouvidos atentos do Fê.

Papo vai, papo vem e depois de muitas latinhas de Brahma, a pergunta que não quer calar: __”Bruna, eu queria saber como é que você conseguiu fazer a minha mulher gozar na sua boca. Me ensina porque eu sou louco pra fazer ela gozar na minha”. O churrasco inteiro parou. Afinal, além de nós três, ninguém mais sabia que eu e a Bruna tínhamos tido um caso. A Carla arregalou um olhão e perguntou: __”E aí, era bom?” A Bruna de pronto respondeu: __”Era ótimo. A Bela é um fodão!

E só sei que daí pra Bruna começar a se declarar foi um pulo. Começou a dizer que sempre fora apaixonada por mim e que nunca tinha tomado a iniciativa pra não correr o risco de perder a minha amizade. Ela foi fundo mesmo na declaração, coisa de filme, até chorou. Não fiquei comovida, nem convencida. Sei lá. Acho estranho alguém reprimir tamanho sentimento por anos. Ainda mais no nosso caso, depois de tanta intimidade que compartilhamos. Depois disso o clima entre ela e o Fernando não ficou nada amistoso, ficaram se alfinetando e disputando território e o churrasco acabou ficando chato. Final da história: Ela não contou o segredo da chupada e viemos embora. Estou com a pulga atrás da orelha até agora. Vocês guardariam um segredo desses por tanto tempo?

A primeira vez de uma mulher

Written on 18 Abril 2008 by

Recebi um email, de uma leitora do blog, que me encantou. Uma moça de vinte anos, virgem, com todos os medos e dúvidas de quem se prepara para dar um passo tão importante na vida, me pedindo uma simples opinião sobre esse momento. Ela não queria ouvir de mim “Faça com o primeiro que lhe despertar desejo” ou “Espere o cara certo”. E eu não diria isso a ela. Apesar de toda a modernidade, desapego emocional e experiência que uma vida de programas impõe, ainda acredito em alguns valores. A importância da primeira noite de amor é um deles.

Se eu pudesse aconselhar a todas as moças que carregam esta mesma preocupação diria o mesmo que disse a menina do email:

“Veja bem, será sua primeira vez, né? Seja ela boa, seja ruim, será a primeira e ficará marcada, pra sempre, em sua vida. É como o primeiro namorado, a primeira viagem de avião, o primeiro emprego… será inesquecível e se tudo acontecer como você sonhou, sim porque sonhamos com esse momento, será fabuloso!

Não se preocupe com esse negócio de idade, ter 15, 20 ou 25 não fará diferença o importante é você estar segura de que está pronta pra fazer essa transição e se tornar mulher. Apesar de muitos não considerarem a virgindade importante nos dias atuais, não banalize esse acontecimento. Será o seu primeiro contato sexual, de fato, com um homem. E não que ele (o rapaz) tenha que ser especial, mas o momento, esse sim, precisa ser. Até para que você se sinta bem e confiante para levar uma vida sexual feliz a partir daí.

Vamos falar sobre o primeiro homem: Se hoje eu fosse virgem e tivesse que escolher um rapaz para ter a minha primeira relação, eu gostaria, em primeiro lugar, de estar apaixonada por ele. E estando apaixonada, seria ótimo que ele fosse experiente, calmo, carinhoso, bem humorado, me fizesse sentir bem, confiante e segura. Teria que me dar beijos que me deixassem molhada e me proporcionar muitos risos pra me fazer relaxar. Ah sim, gostaria de conversar muito com ele também, com honestidade, do tipo: _ “Eu nunca tive um contato mais íntimo com um homem antes, tenho muita vontade, mas como toda menina inexperiente tenho medos e dúvidas. Quero dar significado a esse momento, porque ele será único em minha vida.”

Acho que nesse papo daria pra ele sentir o porquê da minha aflição e, de lambuja, eu transferiria a responsabilidade pra ele, obrigando-o a se comportar direitinho. Claro, se ele não fosse apenas um caçador de cabaços insensível.

Se você vai ficar com ele depois, ou se ele vai ficar com você, isso não importa. Ele será o primeiro, mas não significa que será o melhor. Pode crer, a maioria não é.

No mais, use preservativo, lubrificantes a base de água e tente relaxar. Também te aconselho a não sair direto pro ato. Crie um clima, uma atmosfera bacana… Volto a repetir, não banalize a sua primeira vez, você não terá outra.”

Histórias em Quadrinhos da Prostituta Clara da Noite

Written on 16 Abril 2008 by

Recebí pelo correio um exemplar do livro CLARA DA NOITE - VOLUME 1 da Zarabatana Books. Não me pediram para escrever nada, mas em agradecimento ao presente resolvi divulgar aqui no blog. O livro tem 64 páginas com várias histórinhas, todas em preto-e-branco, que se desenrolam , geralmente, em duas páginas.

Clara é uma prostituta bonitona inspirada na pin-up Betty Page, é muito sedutora e altamente profissional. As histórias são bem humoradas e mostram situações corriqueiras no universo das prostitutas. Clara é espirituosa e não perde o rebolado em nenhuma experiência, nem mesmo as mais degradantes. A personagem tem um filho, que volta e meia assiste ao entra e sai de homens do apartamento em que mora com a mãe. O menino, curioso por saber de quem é filho, acha que todo cliente da mãe é seu pai desaparecido.

Clique nas miniaturas e leia uma das histórias.

Como arrasar no Streap Tease

Written on 15 Abril 2008 by

Qual mulher, pelo menos uma vez na vida, não pensou em fazer um Strip-Tease para o seu homem? Sem contar que não existe homem que não sonhe em assistir um strip tease, não é mesmo rapazes? Então mulherada, o que vocês estão esperando? Não tem desculpa de que está gordinha, ou que tem vergonha, ou que não sabe dançar… Não existe impedimento pra não tentar e vale muito a pena. Seu homem vai ficar vidrado em você, mais ainda se ele nunca tiver recebido uma surpresa como esta. Acredite: você pode!

Sigam essas dicas e depois me contem:

1- Escolha um momento em que não será interrompida, afinal filho chorar, visita aparecer, telefone tocar, só vão atrapalhar e quebrar o clima. Escolha uma música num rítmo que te deixe mais confiante e mexa com sua sensualidade. Vista uma roupa que lhe favoreça e seja fácil de tirar, evitando muitas amarrações e botões. Capriche na maquiagem, no cabelo e nos acessórios. Deixe o cenário a meia luz, ou luz de velas, como preferir.

2- Coloque seu macho sentado ou deitado em um lugar confortável. Posicione-se na frente dele, e dance ao som da música, se não souber dançar apenas movimente seu corpo devagar, tirando peça por peça lentamente. Não tire tudo cedo demais e provoque-o antes de tirar cada uma delas. Vale até esfregar a roupa em você ou jogar nele, dando um toque de ousadia ao seu strip.

3- Mantenha o contato “olhos nos olhos” o tempo todo, ou o máximo possível. Não fique muito séria, mantenha a leveza e tente fazer gestos sensuais e caras e bocas. Se não tiver coragem, sorria, e quando se sentir insegura, concentre-se em você e na música. Evite cantar.

4- Depois de tirar todas as peças, tire a calcinha o mais lentamente possível. Pra finalizar, caminhe até seu amado, sente-se em seu colo, e termine com um grande e sensual beijo de língua. O resto é com vocês.

Como descobrir se ele é infiel

Written on 8 Abril 2008 by

Os sinais eu já mostrei, em todo caso, se você não está preparada para encarar a dor de uma traição, fique na sua, pois, na maioria dos casos, quem procura, acha. Além do mais, 95% das mulheres que descobriram a infidelidade dos parceiros, com todo o sofrimento, continuaram com o relacionamento. Na minha opinião, se não for para tomar uma atitude digna, melhor continuar cega, surda e conformada.

A trepada perfeita em 45 minutos

Written on 7 Abril 2008 by

Olá Bela,
acompanho o seu blog há algum tempo e quando vi a pesquisa do globo online quis saber a sua opinião. Eu particularmente concordo com o resultado da pesquisa se o tempo se referir a penetração somente, muito difícil eu ficar mais de 15 minutos penetrando minha namorada. Mas se for contar a relação inteira, aí ja discordo, pois curtimos muito as preliminares e geralmente gastamos bastante tempo nelas. E você, o que acha ?

Oi, Rafa!

Eu, particularmente, gosto de relações longas, mas não gosto de passar “horas” na penetração. Pra mim, a trepada ideal seria dividida em, 15 minutos de beijos, lambidas e carícias com as mãos e o corpo todo (esfregar com as mãos, amassar, punhetar, tocar o grelo, passar os peitos na cara, chupar os mamilos, os dedos, o pescoço… tudo isso), depois 15 minutos de sexo oral (não só pau e buceta, mas principalmente no cu), um pouco só nele, um pouco só em mim, arrematando num 69, que eu adoro!!! Pra concluir vem o pau na xota, mas não sem antes dar umas boas pinceladas no grelo, na portinha do cu e da xana, aí pode enfiar a pica. Penso que 15 minutos de penetração está mais do que bom! Dá pra variar bem nas posições e pra terminar, eu vou por cima cavalgando, pois é a posição que mais me favorece. É isso! A trepada perfeita em 45 minutos.

Sete pecados que matam o tesão

Written on 6 Abril 2008 by

1) Ser amigo demais e esquecer de seduzir
Casal não é irmão. Por mais entendimento que haja entre os parceiros (e entendimento é ótimo), não se pode deixar de lado os jogos de sedução e de conquista no relacionamento. É muito bom assistir à TV junto, bater papo e curtir a companhia do outro, mas lembre-se: quem está ao seu lado não é um mero companheiro de quarto. Atiçar o interesse sexual é fundamental.

2) Deixar a iniciativa sempre para o outro
Não espere que a iniciativa para o sexo venha sempre do parceiro. Demonstrar interesse é importante para levantar a auto-estima de seu par e deixar as coisas mais excitantes. Mesmo quando rolar um cansaço, vale a pena fazer um esforço e aceitar um convite para um drinque ou jantar. Dizer não muitas vezes pode fazer com que o outro desista de investir em programas a dois.

3) Ser criativo só no trabalho ou com os filhos
Tem gente que vive inventando passeios e brincadeiras diferentes para fazer com as crianças. E no trabalho é cheio de idéias para impressionar o chefe ou tornar o negócio mais lucrativo. Em casa, porém, é de uma mesmice que dá sono. O parceiro também merece ser alvo de sua imaginação. No relacionamento, ser previsível demais e esquecer de surpreender é um convite à monotonia.

4) Exagerar na dose de fantasia sexual
Ter fantasias sexuais é uma forma saudável de manter o calor entre o casal. Poder colocar em prática o que imaginou, então, é ainda mais poderoso. Antes, porém, é preciso não forçar uma barra e respeitar os gostos e limites do parceiro. Tem gente que viaja tanto na maionese que esquece de convidar o outro e aproveita sozinho a brincadeira. Aí não tem graça, né? Os dois têm que curtir!

5) Relaxar no cuidado com a aparência mesmo em casa
Ninguém precisa viver enfeitado na intimidade, mas a dose certa de vaidade vai bem. A mulher pode até não gostar de lingerie sexy, mas nem por isso vai usar só calcinha bege sem costura, né? E o marmanjo não precisa ficar na sala com aquela pança enorme que vaza por baixo de uma camiseta furada. Conforto, tudo bem. Desleixo, não! Afinal, charme conta ponto.

6) Abusar da intimidade e esquecer da privacidade
Sim, os homens acham que as mulheres nascem lindas, cheirosas, depiladas e com unhas feitas. É bom que continuem pensando assim. Nada de colocar essas tarefas em dia com eles por perto. Assim como eles não devem se exibir tirando meleca ou soltando pum. Ir ao banheiro com a porta aberta é complicado. Há horas na vida em que quanto menos testemunha, melhor.

7) Abandonar o romantismo e a paquera mútua
Não dá para ter aquela postura só de “queria isso”, “preciso disso”. Tem que investir no relacionamento. Um exemplo: sair com amigos, sejam casais ou não, é ótimo. Mas não fique prestando só atenção nos amigos e não deixe seu par de lado. Programas com a galera não devem anular as saídas mais íntimas, só entre vocês dois. Ah, outra coisa: é bom desgrudar dos filhos de vez em quando.

Estudo diz que ato sexual ideal dura de 3 a 13 minutos

Written on 5 Abril 2008 by

O estudo, publicado na revista Journal of Sexual Medicine, afirma que um ato sexual “adequado” dura entre três e sete minutos; um “desejável”, de sete a treze minutos; um “curto demais”, de um a dois minutos; e um “muito longo”, de dez a trinta minutos.

Leia mais…

Beber esperma em jejum dá diarréia (?)

Written on 1 Abril 2008 by

Há dois dias tive uma experiência engraçada aqui em casa: Domingo pela manhã, eu e Fernando acordamos e resolvemos fazer uma sacanagenzinha. Eu não estava muito a fim de penetração porque a gente já tinha trepado o suficiente na noite anterior, mas uma boa chupada não seria nada mal. Chupa daqui, chupa dali e ele me pergunta se poderia gozar na minha boca. __Hun hum __falando sim com o caralho na boca. Resumindo: Engoli a porra. Demos uma enrolada na cama e levantamos uns vinte minutos depois.

Enquanto ele foi até padaria comprar pão eu fiquei dando uma ajeitadinha no apartamento porque tínhamos um compromisso antes do almoço. Arrumei a cama, comecei a sentir a porra descendo pelo estômago, lavei a louça, e meus movimentos peristálticos ficando doloridos, quando peguei a vassoura… UGH. Que dor de barriga! Corri pro trono e… Bom, mas vamos deixar os detalhes sórdidos de lado.

Eia a dúvida: Já engoli esperma outras vezes e isso não aconteceu. Será que foi porque eu estava com o estômago vazio? Então, fui procurar na net algo sobre esperma e diarréia e achei isso:

Esperma e Diarréia

Pelo visto eu não sou a única. Alguém mais?

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