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O ponto G

Written on 27 Janeiro 2008 by

O ponto G tem sido uma área de muita discussão há vários anos. Algumas mulheres podem dizer que a estimulação dessa área provoca orgasmos sensacionais. Outras dirão que a sensação é horrível. E muitas mulheres dirão:
- “Ponto G, eu não tenho”.
E então, o que é verdade? Na verdade, não existem fatos - apenas teorias.

Onde fica?

Se você tiver um ponto G - veja bem, SE - ele se encontra na parede anterior da vagina, cerca de 2 a 5 cm superiormente. Você deve conseguir senti-lo com os dedos. Se não estiver estimulada, ele pode ser do tamanho de uma ervilha. Não se trata de um ponto, mas, sim, de uma área. Se desejar explorar e descobrir se você tem um ponto G, você notará que as paredes vaginais apresentam uma textura delicada.
No ponto G, ela parece mais grosseira, mais ou menos como a de uma amêndoa.

O que é?

Para algumas mulheres, é uma área erótica extremamente sensível que pode propiciar horas de prazer. Em outros casos, não é bem assim. E, como mencionado anteriormente, algumas mulheres parecem não ter o ponto G.

A teoria sobre o ponto G é um pouco complicada. O feto em desenvolvimento pode pertencer ao sexo masculino ou feminino, dependendo da presença ou não do cromossomo Y. Se tem dois cromossomos X (XX), será uma mulher com vagina, clitóris, útero, etc. Se tiver um cromossomo X e outro Y (XY), as mesmas células darão origem ao pênis, testículos, próstata.

Lembrando que ambos os sexos surgem a partir das mesmas células, os cientistas especulam que o ponto G se desenvolve do tecido prostático, não observado no sexo feminino. Nesse caso, é possível explicar a sensibilidade dessa estrutura (sabe-se que a próstata é uma glândula bastante sensível) e a variação de tamanho - alguns deles muito pequenos para serem identificados.

Ponto o quê?

O ponto G - inicialmente conhecido como ponto de Graffenburg - foi descrito em 1950 pelo ginecologista Ernest Graffenburg. No entanto, os praticantes do sexo tântrico acreditam na existência do ‘ponto sagrado’ há milhares de anos.

O que fazer com ele

Após saber se tem ou não um ponto G, é necessário descobrir se você tem um que proporciona prazer. Especialistas sugerem a colocação do dedo até a 2ª articulação, realizando movimentos repetitivos junto à parede anterior da vagina. É necessário experimentar movimentos diferentes, para descobrir com o qual você se sente melhor.

Antes de tudo, é importante estar estimulada, e muitas mulheres afirmam que a sensibilidade varia de acordo com o período do mês. É muito comum que a sensação inicial seja vontade de ir ao banheiro, provavelmente por estímulo da bexiga, que se encontra bem anterior à parede da vagina. Você pode esvaziar a bexiga e checar. Nas primeiras tentativas, você pode experimentar sensações estranhas, mas muitas mulheres dizem que é importante ter perseverança.

Sentindo durante a relação sexual

Dependendo do tamanho e da localização do seu ponto G, você pode ou não conseguir estimulá-lo durante a relação sexual. A estimulação é mais fácil quando a pelve é elevada. Outra posição popular é ficar de quatro ou encurvada em pé, permitindo a penetração por trás.

Considerações finais

É importante lembrar que cada mulher é diferente da outra. Você pode ter um ponto G sensível ou não. Se quiser conhecê-lo melhor, muito bem, mas não se deve esperar que ele seja a solução de todos os problemas. Existem muitas maneiras de explorar a sensualidade, e o ponto G é apenas uma delas.

Ejaculação feminina

Algumas mulheres dizem que ejaculam quando o ponto G é estimulado. Um grupo de cientistas analisou o fluido eliminado e identificou enzimas prostáticas - fortalecendo a teoria de que o ponto G é análogo à próstata em homens. Entretanto, outro grupo de pesquisadores declarou se tratar de urina! As pesquisas continuam!

Amor a Primeira Vista

Written on 21 Janeiro 2008 by

Eu sempre passava por lá, às vezes para almoçar, outras pra jantar, já me considerava sócia do lugar, e bastava parar o carro na entrada pra virem me cumprimentar.

Adorava o ambiente, a comida, o atendimento e os garçons… Um em especial me chamava à atenção, e sempre que ele vinha servir minha mesa eu aproveitava para jogar meu charme.

Ele era um português lindo, alto, meio loiro, prefiro os morenos, mas, aquele loiro me deixava doidinha. Fazia questão de aceitar todas as sugestões de carnes e bebidas que ele fazia. O mais lindo nele era a timidez. Amo homens tímidos, gosto de conquistar, me sinto mais segura quando jogo no ataque. Eu sabia que ele também me queria, e era isso o que mais me instigava.

__Ah Português - eu pensava - se eu te pego…
Um belo dia fui na churrascaria disposta a tudo.
__Português - não me lembro mais do nome dele - estou doidinha de tesão por você.
Ele arregalou os olhos e vi seu rosto enrubescer na mesma hora. Ele não imaginava que eu fosse ser tão direta.
__Vou deixar meu telefone pra você me ligar quando terminar o expediente, hoje você vai me comer de qualquer jeito.
Fui pra casa com a sensação de dever cumprido. Lá pras dez da noite ele me ligou.

Fomos nos encontrar embaixo do Edifício Barrabela, nessa época eu morava na Barra também, mas não marcava encontros no meu apartamento. Sentamos em frente ao prédio e tomamos uns dois chopes. Ele não sabia o que me dizer e eu só queria comê-lo. Já estava com o corpo todinho quente e meu olhar devorava cada parte do seu corpo.

__Você não vai me convidar pra ir a algum lugar?
__Estou com as chaves do apartamento de um amigo aqui no prédio.
__Então vamos subir.
Peguei-o pela mão e entramos no prédio.

Já no elevador não consegui conter minha fúria e meu desejo. Ah, como queria aquele homem.
Grudei minha boca na dele e pressionei meu corpo com força encostando-o na parede do elevador.
Não sei se foi seu nervosismo ou se estava tão assustado com a minha investida que não me beijou direito. Sua boca parecia desajeitada, a língua desencontrada… sei lá, mesmo assim continuei.

O elevador parou, entramos no apartamento e fomos direto pro quarto. Queria aquele pinto me comendo a qualquer custo e não podia mais esperar. Fui tirando o meu vestido e as suas roupas ao mesmo tempo. Foi uma surpresa quando vi o seu pau. Era grande, rosado, bonito mesmo. Nooossa, minha boca ficou cheia dágua e comecei a chupar. Hum… Que delícia! Hum… Que tesão!
__Deita delicioso, quero te sentir todinho em mim.
Ele deitou, vim com tudo pra cima e sentei naquele pau com vontade. Que decepção, foi só o tempo de enterrá-lo todo e o puto gozou. Sem dar um gemido ele gozou. Ai que ódio! Crente que ia me acabar naquele corpo e me saciar de gozo e a única coisa que o puto me ofereceu foi uma mísera gozada precoce. Ainda esperei um pouco para ver se conseguia tirar a diferença na segunda foda.
Quem sabe era só um nervosismo passageiro ou sei lá o quê. Porra nenhuma, o puto tinha ejaculação precoce mesmo. A segunda foi a mesmíssima merda.

Quer saber… Inventei uma desculpa vesti minha roupa e fui embora.

Depois daquela noite, sempre que ia ao restaurante evitava cruzar meu olhar no do garçom, e sempre que ele insinuava um novo encontro eu desviava do assunto. Eu heim!

Minha vida hoje

Written on 17 Janeiro 2008 by

Olá,

Eu sei que muitos ontem esperaram por notícias, mas o tempo foi relmente curto e mesmo com muita vontade de escrever pra vocês, não conseguí parar um minuto esta semana.

Ontem, 16 de janeiro, como muitos de vocês já sabiam, foi meu aniversário. Não teve festa, mas a comemoração foi boa, muito boa. Tanto a dois como em família. Só faltaram mesmo os amigos pra sentar num bar e beber até altas horas.

Um dos meus planos pra 2008 é estreitar a relação com meus amigos, coisa que nem sempre consigo fazer quando estou namorando. Ainda não conseguí conciliar minha vida social com meus amigos e meu namorado. Ou eu saio com os amigos e deixo o namorado ou saio com o namorado e deixo os amigos. Não consigo agradar as duas partes. Então faço assim, durante a semana saio com amigos e no final de semana acabo ficando com o namorado.

Por falar em namorado, ganhei um anel de compromisso. Ele diz que inventei essa categoria, mas como meu namorado ainda não é divorciado, achei que não ficaria bem uma aliança de noivado. Apesar de que não tinha outro dedo para colocar a aliança, que neste momento brilha no meu anelar direito. Lógicamente, todos que olharem, irão supor que somos noivos. Mas não somos.

Muito complicada essa minha relação. Nos conhecemos a seis meses, durante um programa e desde então não conseguimos mais nos separar. E olha que já aconteceu foi coisa que nos fizesse desistir. Só pra vocês terem uma idéia, dois meses depois de começarmos a sair a esposa dele ficou grávida. Foi o fim pra mim. Mesmo assim resolvemos apostar nesta relação nada racional, diga-se de passagem. É só emoção.

Ontem mesmo recebí um email de uma amiga da ex esposa dele. No fundo, no fundo acho que foi ela que escreveu o email e mandou em nome de outra pessoa. Enfim… Ela tentou a todo custo me fazer acreditar ter sido eu a culpada da separação do casal. Eu não acredito nisso. Tenho uma opinião muito bem formada sobre relacionamentos desfeitos. Acho que uma terceira pessoa só entra numa relação se nesta existir uma brecha. Eu não seria capaz de destruir um casamento que estivesse saudável e feliz. Estou errada?

As vezes me sinto culpada, lógico! E até ingênua muitas vezes. A não ser que eu me engane, mas não acredito que nossa relação vá durar tanto quanto acreditamos em nossas juras de amor. Mas estou vivendo meu momento com ele e enquanto estivermos sendo felizes juntos, porque não tentar?

Bom, agora vou falar sobre minha aposentadoria. Desde o começo de 2007 eu tinha definido que em janeiro de 2008 deixaria de fazer programas com desconhecidos. Minha intenção era continuar saindo este ano apenas com aqueles clientes com quem cultivei maior afinidade até que eu conseguisse por em prática um projeto que tenho em mente. Infelizmente o atraso na minha mudança, a falta de grana e alguns imprevistos me impedirão de cumprir essa meta. Mas não pretendo e nem vou me acomodar. E prometo batalhar nos próximos dias para encerrar minha carreira de GP muito em breve.

Excitação da Próstata

Written on 14 Janeiro 2008 by

O objetivo aqui não é entrar em detalhes fisiológicos, mas, para dar uma pincelada rápida. A próstata é um órgão responsável pela produção do sêmen portanto somente o homem o possui. E por estar ligado ao pênis é um órgão que quando excitado transmite uma sensação de prazer forte, e aumenta consideravelmente a intensidade do orgasmo. A dificuldade dessa técnica é que ela envolve a penetração de um dedo no ânus do homem, e na nossa sociedade atual, alguns homens e algumas mulheres relacionam isso com homossexualismo.

Homossexualismo significa ao pé da letra sexualismo entre iguais. Ou seja, homem transando com homem, ou mulher transando com mulher. Se uma mulher introduz um dedo no ânus do homem, essa relação continua sendo heterossexual.

Outros dizem que o homem que gosta disso tem tendência a ser homossexual. Isso não é verdade. Não é porque a namorada de um homem colocou o dedo no seu reto que de uma hora para outra ele vai ter desejo sexual por um outro homem. E entre quatro paredes são só vocês dois, e o os preconceitos da sociedade tem que ficar da porta para fora neste momento.

Vamos a técnica:
Se você já tem bastante liberdade com o seu companheiro, não explique nada para ele, ele pode ficar receoso. Use a técnica de surpresa. Caso não tenha tanta liberdade pergunte primeiro o que ele acha de testar algo novo. Se não tiver liberdade nenhuma, pergunte o que ele acha de receber uma massagem no ânus, e explique que isso não é nada de homossexualismo.

O primeiro passo é se preparar. Lave bem as mãos, e prepare um gel lubrificante. As unhas tem que estar cortadas curtas. Se você estiver com algum corte no dedo use uma camisinha como proteção para você e para ele. Antes da penetração você deve deixa-lo muito excitado. Se ele não estiver muito, mas muito excitado mesmo não faça que não vai funcionar. Para deixar ele com bastante tesão use os recursos que você já conhece.

Depois que ele estiver muito excitado você deve colocar bastante gel no dedo e com esse gel lubrificar o ânus dele. A excitação não pode parar nesse momento.

As posições:
A melhor posição para isso é com ele deitado de barriga para cima com as pernas abertas e dobradas. Alternativamente você pode pedir para ele ficar de quatro, mas, acho mais difícil de ele aceitar. Estando ele com o ânus bem lubrificado, você então bem vagarosamente começa a introduzir um dedo em seu reto. Não pare a excitação! Vá fazendo um sexo oral ou uma masturbação.

Quando tiver colocado o seu dedo todo, você não deve ficar entrando e saindo com o dedo, como se fosse uma penetração. Você deve ficar com ele parado lá dentro e simplesmente massagear com força a área de cima do reto, a área que fica abaixo do testículo. Pergunte a ele a forma de massagem que mais agrada e insista ai.Tem homens que alcançam o orgasmo somente com o estímulo da próstata. Outros preferem um sexo oral junto com a massagem, outros preferem se masturbar.

Observação muito importante:
Na hora que o homem acabar de gozar, ou até um pouco antes, você deve tirar imediatamente o dedo lá de dentro, enquanto a adrenalina está alta. Se ele esfriar e você ainda não tiver retirado ele vai achar uma sensação muito desgostosa, e talvez não queira fazer mais. Então, esse detalhe é importantíssimo.

Conclusão:
Essa é uma dica polêmica, todavia, muito eficiente. Se vocês se libertarem dos preconceitos e investirem no próprio prazer, poderão ter um retorno que era inimaginável até pouco tempo atrás. Vale a pena testar.

Texto enviado pela leitora Thalita e eu recomendo!

Eu não caguei!

Written on 11 Janeiro 2008 by

Er… quer dizer… caguei só um pouquinho. Com muita dificuldade, eu caguei um pouquinho, na boca do sujeito. Mas foi ele quem pediu. Pediu não, insistiu. Vai entender esse povo!

Eu já ouvi muito e até já ví filminhos do gênero, vide o famoso 2 girls 1 cup , mas fazer cocô em alguém, isso eu nunca tinha feito. A não ser no pau, por acidente, durante uma penetração anal. Acontece oras!

Vamos aos fatos:

O cliente me telefonou e perguntou se eu fazia banhos. Eu entendí lógico. Banho dourado é mijar e banho marrom é cagar. Pode ser na cara, no pinto, mas em geral eles gostam do banho que escorre da boca pro resto do corpo. Há até quem goste de se esfregar no mijo e na merda. Cada um, cada um.

Eu sempre tive nojo e disse que não faria nunca uma sessão de coprofagia. Mas como não tenho um pingo de personalidade… mentira! Como estou prestes a largar a profissão, achei que seria interessante colocar mais essa experiência no currículo.

Fui bem sincera com ele:
__Olha bem, banho marrom eu nunca fiz. Além do mais, meu cu é tímido. Eu não consigo sequer fazer o número dois num banheiro diferente, tem que ser no trono de casa.
Ele me deu todas as dicas, disse pra eu me segurar até a hora do encontro e até tomar Actívia ou Yakult que ajudaria.
Ainda argumentei:
__Mas não serve um xixizinho? No xixi eu me garanto!
Não, o número um não servia pra este moço, tinha que ser o banho de bosta.
__Seja o que Deus quiser, mas não garanto nada.

Nos encontramos no Motel Nude, aqui mesmo na Barra, na rua dos moteis. O achei muito simpático, comunicativo… me pareceu um pouco nervoso no começo, mas depois até que nos entrosamos bem. O grande problema mesmo foi que não conseguí cagar da maneira que ele queria. E olha que fiz força pra caralho, tanta que meu cu fez até bico. Agora entendí o significado da expressão “até o cu fazer bico”. É quando você faz alguma coisa até a exaustão.

Enfim, depois de tanto fazer força, a mesma que se faz para parir um filho, conseguí soltar uma bolota de cocô direto na boca do rapaz. E ele comeu. ARGH! Nunca cagar foi tão difícil quanto dessa vez. Na próxima eu juro que tomo um lacto purga.

Minha estréia no Rio

Written on 8 Janeiro 2008 by

Foi no Motel Shalimar, alí na Av Niemeyer, exatamente hoje, por volta das duas da tarde.

Como eu estava completamente por fora dos esquemas de trabalho no Rio, na segunda feira resolvi colocar meu anúncio no jornal O Globo. Alguma coisa do tipo: Izabela, 9520-3240, Loira, bronzeada, tatuada, liberal… O jornal me deu 20 palavras para me descrever. Logo eu que estou acostumada a escrever, escrever, escrever… Me resumir a 20… 20 não, 17 palavras, porque meu nome, telefone e endereço do site teriam que constar no anúncio, me tirando assim o direito de três palavras a mais para falar sobre mim. Enfim, mesmo com 17 palavras apenas, achei que o resultado foi bastante positivo. Vários telefonemas de futuros possíveis clientes e o meu primeiro cliente em terras cariocas. Vamos ao programa:

Ele me telefonou pouco antes do meio dia e marcamos para as treze e trinta direto lá no motel. Eu já estava prontíssima para sair de casa, quando me chegam os técnicos para instalar a internet. Chato, muito chato! Não fosse eu estar sem internet a dias eu juro que os mandaria voltar depois. Internet instalada, saí de casa as treze e quarenta e cinco e o cliente esperando no motel. Entrei na suíte Sol por volta das duas e vinte e partí pro abraço. Adorei o homem, diga-se de passagem! O típico cliente acostumado a contratar “primas”, disse até já ter se separado da esposa para ficar com uma. Já ví esse filme antes!

O programa foi muito gostoso e durou cerca de uma hora e apesar do trânsito as quatro eu já estava de volta em casa. Ganhei caixinha e provavelmente vai rolar um TD (test drive) num desses sites que anunciam Gps. Agora estou esperando meu cliente das seis, que por sinal, já está atrasado. É um tanto difícil manter a pontualidade numa cidade como o Rio. Tenho que me acostumar com isso.

Estou no Rio de Janeiro

Written on 1 Janeiro 2008 by

Finalmente conseguí concluir minha mudança. Estou morando no Rio de Janeiro, mais precisamente na Barra da Tijuca e a partir de amanhã e até o dia 15 atenderei clientes por aqui. Logo comprarei um telefone com o DDD 21, mas enquanto isso podem me ligar no (22) 9256-5320. Como ainda não estou com internet em casa, terei dificuldades em blogar, mas assim que colocar as coisas em ordem o Blog voltará a atividade normal. Um grande beijo a todos e Feliz 2008!

UPDATE: NOVO TELEFONE NO RIO DE JANEIRO (21) 9520-3240

Foder de língua

Written on 26 Dezembro 2007 by

Sabe quando alguém te fode todinha só com a língua? Ele faz isso comigo. Começa lambendo meus pés, chupando dedinho por dedinho.

Sabe quando enfiam a língua entre seus dedos e te dá aquele tesão fininho na ponta do grelo? Hummmm. É muito gostoso!

Depois ele vem subindo pelas minhas pernas, beijando e mordendo cada dobrinha, cada curvinha, até chegar em minha xoxota. Ele me chupa, me lambe, aperta meu grelinho com os lábios, abre bem minhas pernas pra ter minha buceta bem livre e disponível para sua gula.

E quando resolve me fuder com aquela língua grande, grossa e dura? UAU! Parece um pau me fodendo. Eu simplesmente adoro isso!

Ele sobe mais um pouco e lambe minha barriga, meu umbigo, meus seios… Morro de tesão nos seios. Adoro ser chupada aí! Quer me acender? Chupa meus peitos, bastante, com a boca grande e cheia. Fico tarada na hora!

Ele não poupa nem meus braços, nem minhas axilas, nem meus cotovelos, nada! Não tem uma parte do meu corpo que ele não explore com sua boca e língua. Depois me pede pra virar de costas e começa tudo novamente: Dedos, pés, calcanhar, panturrilha. Ahhhh, uma lambida na panturrilha é coisa de louco! E nessa curvinha atrás do joelho? Já experimentou? Experimenta, é tudo! Sobe novamente pelas minhas pernas e quando chega na minha bunda é uma festa total. Ele arreganha minha bunda e me lambe inteira, do cu a boceta, da boceta ao cu.

É claro que depois de tanta provocação ele, meu cú, começa a piscar. Ele não resiste e enfia a sua língua o máximo que pode dentro dele. E fica por ali, cu – boceta, cu – boceta. Eu imploro por seu pau, grito pra ser fudida por algo maior. É claro que ele me atende e me come… Deliciosamente!

Respeitem o meu momento

Written on 24 Dezembro 2007 by

Nos últimos meses as pessoas tem me cobrado muito posts com relatos dos meus programas com os clientes. Dizem que o Blog mudou, que a dona do Blog mudou… blá, blá, blá…

Eu amo vocês! Amo escrever! Amo esse Blog! Mas só quem sabe o que se passa na minha vida sou eu. Estou namorando, vivendo uma fase diferente e de transição. Quem acompanha meu blog a algum tempo sabe disso. Não tem cabimento, agora que tenho um homem, eu ficar aqui narrando que A ou B me comeu, me chupou, nem em quantas pirocas eu gozei. Acabou isso! Estou em outra. Se eu pudesse e se o meu dinheiro desse, nem de programas eu estaria vivendo.

Tem gente que me pergunta porque eu vou parar de fazer programas, se tem algum motivo em especial, se eu estou cansada dessa vida… A resposta é uma só: A vida é feita de fases. TUDO TEM O SEU MOMENTO DE COMEÇAR E DE TERMINAR. E pra mim acabou. It’s over!

Não sou mais a profissional que fui durante esses três anos. Aquela que saía com qualquer um, não escolhia cliente e topava qualquer parada, essa não existe mais. Fazer um programa hoje só precisando muito da grana, ou se o cliente em questão me inspirar. Homens que me cansam, me irritam, me chateiam, cheiram mal, chegam bêbados, tem fantasias esdruxulas… Esses eu nem atendo o telefone.

Dia 15 de janeiro está chegando e se Deus me ajudar será o último dia em que sairei com um desconhecido por dinheiro. Dia 16 é meu aniversário e quero começar vida nova. Já estou organizando minha mudança e só falta a imobiliária me dar o okay e liberar as chaves do apartamento que estou tentando alugar e darei adeus a Macaé. Foi bom enquanto durou, mas não quero mais. Quero casa nova, novos amigos, nova rotina, fazer compras num supermercado diferente, malhar numa outra academia, frequentar uma outra praia, levar minhas filhas em outra escola…

Lembrei-me agora de um texto que escrevi ano passado, sobre minha síndrome de borboleta e reproduzo-o aqui.

Síndrome de Borboleta

Até 98 eu era muito jovem e inconseqüente, muito doida mesmo! Do tipo que saía pra noite todos os dias com as amigas. Bebíamos e fumávamos muito e até uma droga ou outra pintava de vez em quando. Sem contar nos ficantes, peguetes, casos, rolos, que eram centenas… (eu tinha até um caderninho em que listava os nomes dos donos das bocas que tinha beijado. Imagina isso!).

Eu dividia um apartamento na Barra com mais uma amiga, mas só tínhamos casa para dormir, porque quando não estávamos trabalhando na TA, estávamos na night ou com algum eventual cliente. Sabe essas fases loucas que a gente precisa passar?, mas passar mesmo?,(e eu queria que passasse!), no fundo eu sabia que se continuasse naquele ritmo de vida que eu levava seria muito complicado.

Minha média de programas diários na TA eram oito, mas nada que me impedisse de chegar aos onze nos dias de mais movimento (você consegue contabilizar isso em programas mensais?) 8 programas X 24 dias/ mês sem contar os dias que eu ultrapassava a cota, os programas depois do expediente e nos finais de semana, e um programa nunca vem sozinho, sempre tem a bebida, a droga, o descontrole emocional, o stress…. coisas que com o passar do tempo corroem você.

Em um ano e meio de TA meu livro caixa já contabilizava mais de 3000 fodas! E era muito dinheiro pra uma adolescente sozinha, imatura e deslumbrada. Ah, além dos clientes sempre rolava um namoro, uma paixão que podia ou não começar numa das cabines do puteiro e foi num desses casos que acabei engravidando.

Toda mulher quer ter filhos, seja ela enfermeira, puta, maconheira, lavadeira…. é uma coisa difícil de explicar esse desejo que sentimos de gerar e parir, e independente da condição da mulher, quando a gravidez acontece um turbilhão de sentimentos contrários caem sobre a gente. Quando engravidei passei por um período muito baixo astral e não sabia o que fazer da vida até que numa das minhas crises de choro minha ficha caiu e eu pensei: Izabela, agora é A Hora!

Minha mãe já morava em Macaé e eu nunca tinha pisado neste lugar, mas como sempre faço nos momentos de sufoco, viajei até aqui para me aconselhar com ela e ela me disse: “Filha, um filho nunca nos trás problemas, mesmo que a vida se torne mais difícil, mesmo que você tenha que abrir mão de sonhos… os filhos sempre nos trazem alegrias que ninguém mais será capaz de proporcionar.” Caraca! Era tudo que eu precisava ouvir.

Depois desse dia eu nunca mais fui a mesma e daí pro casamento foi um pulo (menos de 4 meses). E foi mais ou menos assim que se deu minha mudança para esta cidade. Uma pirada procurando um recomeço.

Os primeiros anos de casamento foram muito bons, eu tinha a minha casa, meu marido apaixonado, minha filha linda, meu trabalho honesto, horários, regras, estabilidade, conforto…. o que mais eu poderia querer? Estava passando por um processo de amadurecimento e de crescimento e tudo aquilo que eu havia vivido na minha solteirísse contribuíam para valorizar ainda mais a minha vida naquele momento.

E foi assim: Tudo certinho por seis anos, até eu novamente sentir vontade de mudar e recomeçar e a separação acontecer. Em setembro de 2004 me separei e passei por mais um momento de mudança e amadureci mais ainda com ele e voltar a fazer programas se fez necessário para concretizar sonhos que dependiam de grana. Todo o resto eu já tinha, força, coragem, garra, boas idéias e motivos.

São quase dois anos desde então e nesses últimos meses tudo anda meio parecido. Quase sempre acordo cedo, vou pra academia, cuido da casa, da família, faço meus programas, estudo, faço compras, administro alguns projetos pessoais… e já estou sentindo aquela vontade de mudar de novo. Fiz tentativas menos drásticas, mas mudar o corte e a cor do cabelo, colocar piercing, fazer tatuagem… nada disso amenizou este meu desejo de renovação. Acho que sou uma espécie de Bicho carpinteiro, não consigo parar, tenho que querer sempre mais, arquitetar mais, planejar mais…

Mulheres que fodem

Written on 22 Dezembro 2007 by

Existem mulheres que fodem e as que são fodidas e até aquelas que se deixam ser fodidas. O que a primeira vista parece ser a mesma coisa, mas são completamente diferentes.

Eu, por exemplo, me considero mulher que fode. Gosto de exercer o controle na transa. Gosto mais de chupar que ser chupada, só me deixo chupar se for uma chupada participativa, logo meu exercício preferido é o 69.

Gosto despir o homem, de chupar fazendo barulho, vestir a camisinha, de meter falando, de gozar gritando, de foder por cima… Gosto da sensação de poder que o sexo me dá. Até quando a posição não me favorece o comando dou meu jeito de deixar claro que estou ali para dominar.

Deixo o sexo interativo, digo o tempo todo o que quero que o homem faça por mim e pergunto coisas, muitas coisas, assim descubro se estou no caminho das pedras. Exijo que me chupe, me beije, me lamba, me morda, me bata, me rasgue, me coma.

Sexo pra mim tem que ser completo, descarado, escancarado. Tem que começar no primeiro olhar, no primeiro toque e só acabar quando eu voltar pra casa.

Foder é uma arte aperfeiçoada com a prática. Na minha opinião, 40% do sexo bom é instinto, mas os outros 60% com certeza vem da prática. Quanto mais sexo se faz, melhor, mais delicioso, mais quente ele fica.

Estou escrevendo isso porque desde que estou namorando, a cada relação que eu e meu namorado temos, sinto a coisa melhorar e se tornar mais íntima. A cada encontro deixamos o sexo mais divino, com mais paixão, mais entrega, muita sacanagem e desejo.

Pro sexo ser formidável dessa maneira só conhecendo o outro, os pontos fracos, os fortes, reconhecendo o cheiro do outro, a textura da pele, o tom dos sussurros, tudo que é particular e único do parceiro.

Eu não posso negar que sou mulher que varia muito, não esquento lugar na cama, mas foder quem se conhece bem (e se ama) é ótimo!

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