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Banho Dourado - Demarcando o seu território

21 Julho 2007

Mais um pouco e me tornarei uma expert em realizações de fetiches e fantasias. Desta vez, participei de uma seção de urofilia ou chuva dourada, como preferirem. Apenas para eliminar qualquer dúvida, e antes de começar a contar sobre este programa, leiam abaixo o que esta prática significa.

Urofilia é a excitação associada ao ato de urinar ou receber o jato urinário do parceiro, chegando-se, em alguns casos, a beber a urina. A urina pode ser depositada no ânus ou vagina. É também designada como Ondinismo ou Urolagnia ou pelo termo popular “Chuva Dourada”.

Fonte: Wikipedia

A primeira vez que mijei num homem foi há muitos anos, quando eu fazia programas numa Termas no bairro da Penha, lá no Rio de Janeiro. Eu jamais imaginaria que alguém pudesse sentir prazer nesse tipo de situação e como nunca tinha feito algo parecido antes, nem sabia por onde começar. Tenho que admitir que eu era mesmo uma completa ignorante no que se refere a taras e fetiches. Felizmente o cliente era adepto da prática e já tinha certa experiência no assunto, por isso me incentivou a beber bastante água ou cerveja durante o trabalho e avisa-lo apenas quando eu estivesse com bastante vontade de mijar, para que só então fossemos para o quarto. Deste modo, enquanto estava pela boate ou até mesmo trepando com outros clientes, bebi o máximo de líquidos que pude e quando achei que já estava preparada chamei-o para o programa.

O esquema das casas de massagem aqui no Rio é mais ou menos parecido. Depois que a menina acerta o programa com determinado cliente, ela vai até o vestiário, vê a suíte que está vaga, põe o nome ou número dela e do cliente numa relação, pega a chave do quarto e busca o cliente. Esta casa adotava o uso de uniforme, e eu me lembro exatamente qual eu vestia naquele dia, um shortinho branco de lycra e uma mini blusa estampada de amarrar na frente. Quando trabalhei em casas que adotavam um uniforme padrão, e se a casa permitisse, eu costumava trocar de roupa para não correr o risco de suja-la de porra ou estraga-la em outra situação, vai que o homem é daqueles afobados e acaba me danificando o uniforme? Então fiz todo o passo a passo, troquei o uniforme por um babydoll e fui chamar o homem para o quarto.

Eu ainda tinha certos pudores em fazer sexo com homens muito mais velhos. Tinha medo deles me machucarem e mais um monte de dúvidas que só fui perdendo com o tempo de batalha. Nesta época eu não tinha mais de 20 anos e este cliente era no mínimo mais velho que o meu pai, mas neste caso em especial, o que me causava pavor acabou me favorecendo. Por causa da nossa diferença de idade ele teve muita paciência com a minha falta de capacidade para realizar sua fantasia. O fato é que ele queria que eu mijasse nele enquanto ele me comia, queria sentir o xixi escorrer pelo pau, saco, pernas, sei lá, e eu não consegui. Soltar o xixi com o pau dentro da xota foi impossível e com muito esforço, mijei, uma mijada muito tímida, por cima do pau dele. Aos poucos, à medida que fui atendendo outros clientes com esta mesma fantasia, fui aprendendo a relaxar e liberar o xixi. Hoje sou capaz até de ir urinando por etapas, distribuindo bem todo o conteúdo de líquidos acumulado na bexiga, um pouco na boca, um pouco no peito, no corpo e no pau. Mesmo assim fazer xixi em alguém não é tão fácil como fazer sentada na privada, num momento de intimidade só seu.

Depois dessa primeira experiência em praticar a chuva dourada, tive a oportunidade de experimentar outras variantes. Atendi clientes que queriam chupar a xota fazendo xixi, outros que queriam apenas me assistir mijando, os que gostavam de beber mijo e os que adoravam a sensação de se banhar em urina. Vou contar um segredo, aliás, vou contar dois segredos meus relacionados com o xixi: O primeiro é que eu gosto muito de transar com vontade de fazer xixi e sempre que é possível deixo pra mijar depois do sexo. Isso aumenta o meu tesão. O outro é que eu adoro urinar no chão do box antes de tomar banho. Acho que já é um vício, mesmo que eu tenha acabado de fazer xixi no vaso, se eu entrar no box para tomar banho eu mijo.

Bom, no começo desta semana meu cliente preferido veio me ver e foi com ele que experimentei o lado passivo do banho dourado. Aliás, só ele pra me fazer exercitar minha veia submissa, já que em termos gerais, gosto da sensação de dominar o homem. Ele já tinha manifestado a intenção de urinar em mim, me mandando um link para uma página em que aparecia um homem de pé mijando dentro da boca de uma mulher de quatro, encoleirada como uma cadela. Achei uma cena muito agressiva e lhe respondi por e-mail:

__ Eu até deixo você mijar em mim, mas na minha boca não rola.

Eu já tinha feito xixi em cima dele uma vez, e por gostar mais dele que dos outros clientes com quem fiz isso antes, não tive nojo. Como dominar o homem na cama já é algo inerente a mim, mijar sobre ele só me causou a sensação de estar demarcando meu território. Será que é assim que funciona a mente dos que gostam de banho dourado? Estabelecer quem é o dono de quem? O ativo demarcando sua propriedade e o passivo demonstrando submissão? É uma boa teoria.

Nesta noite jantávamos em cinco, nós e mais três dos seus colegas de trabalho e a uma certa altura eu percebi sua ansiedade em que fôssemos logo embora. Deduzi que fossem saudades, afinal, fazia dois meses que vínhamos mantendo contato apenas por telefone e e-mails. Até chegarmos ao Hotel eu não tinha idéia do que iríamos fazer, achei que seria uma transa normal, como na maioria das vezes e só, mas quando ele me disse que estava com vontade de fazer xixi meu primeiro impulso foi pedir para que fizesse em mim.

__Tem certeza? - Ele perguntou sem acreditar no que acabara de ouvir.
__Un hum!

É claro que eu não tinha certeza, eu sequer sabia que conseguiria. Me conhecendo como me conheço, achei que me sentiria suja e passiva demais. Tiramos toda a roupa e fomos para a varanda do quarto. Fazia frio, mas eu estava muito excitada com tudo aquilo que estava para acontecer. Nos abraçamos, beijamos e eu fui descendo, beijando seus mamilos e sua barriga até ficar de cócoras para chupar seu pau. Tinha quase certeza de que ele não conseguiria fazer xixi de pau duro, pois eu sempre escutei que os homens não conseguem mijar desse jeito. Mesmo assim confirmei meu pedido:

__ Mija, vai!
__Você quer?
__Quero!

Levei um susto quando o xixi começou a jorrar e comecei a rir de ansiedade. Era mais quente e menos repulsivo do que eu esperava. Apontei o jato para os peitos, a barriga e a xota, só não tive coragem de experimentar o gosto. Talvez tenha um dia, ou nunca. O fato é que não imaginei que teria coragem de ir até o final, mas fui e achei divertido. Depois fomos pro banho e ele ficou agachado para me chupar embaixo d’água. Entendi aquilo como um sinal de que ele também queria algo mais que lamber meu grelo e a água quente ajudaria a camuflar o gosto da urina. Se não foi isso, foi de novo o lance de demarcar o território. Era a minha vez. Se minha teoria estiver certa e o significado para o banho dourado for o mesmo que para o ancestral do homem, acabamos de estabelecer que somos donos um do outro.


3 Responses to ' Banho Dourado - Demarcando o seu território '

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  1. gilson said,

    on Julho 21st, 2007 at 11:42 pm

    Vou admitir. Também gosto da chuva dourada. Pronto, falei. Pelo menos não sou o único estranho, hehehehe.

  2. Derosky said,

    on Julho 22nd, 2007 at 7:59 pm

    Já conhecia esse fetiche por sites mas nunca pensei dessa forma… Vc mandou bem e explicou legal… Acho que gostaria de encarar um lance desses com vc… Quando for sair com vc vou te pedir pra me batizar… Te adoro… Fuiii…

  3. Zeccao said,

    on Julho 23rd, 2007 at 12:55 am

    Muito bom!

    Eu também curto e, pelo que vi, você curtiu também. Sei lá, é maneiro, é algo intimista, sim. É visceral eu diria. Mas pára por aí. Coisas mais, digamos, “pesadas” tô fora!

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